Amperagem comercial
A calculadora pega a corrente de projeto e sobe para o menor valor comercial que atende sem arredondar para baixo.
Escolha o disjuntor correto pra sua carga. Sugere curva B, C ou D, polaridade e valida a coordenação cabo × disjuntor (NBR 5410).
✓ Sem cadastro pra usar · ✓ Coordenação cabo × disjuntor · ✓ Memorial em PDF
Você informa a carga, opcionalmente o cabo já previsto, e a ferramenta fecha a recomendação comercial com curva, polaridade e coordenação conforme a NBR 5410.
Corrente (se você já sabe) ou potência (se tem só a watagem do aparelho). Escolha o tipo de circuito pra calcular cosφ automático.
Se você já dimensionou o cabo, informe seção, método, material e isolação pra validar a coordenação cabo × disjuntor.
A calculadora retorna o disjuntor comercial mínimo (IEC 60898), curva (B/C/D) e polaridade. Se o cabo falhou na coordenação, sugere nova bitola.
Documento pronto pra anexar no orçamento, com fórmulas, coordenação e recomendações técnicas.
Dimensionar disjuntor direito significa acertar o valor comercial, evitar desarme indevido e proteger o condutor antes que a sobrecarga vire problema térmico.
A calculadora pega a corrente de projeto e sobe para o menor valor comercial que atende sem arredondar para baixo.
Ela recomenda curva B, C ou D conforme o comportamento da carga e o risco de inrush na partida.
Monopolar, bipolar ou tripolar conforme o circuito. Isso evita solução improvisada e facilita manutenção.
Se o cabo informado não sustenta a proteção, a ferramenta acusa e sugere o ajuste necessário antes do PDF sair.
O problema clássico de retrofit é trocar o disjuntor porque ele desarma, sem confirmar se o cabo aguenta. Aqui a página continua técnica, mas mais fácil de escanear.
O disjuntor escolhido deve ser o menor valor comercial maior ou igual à corrente de projeto. Isso evita desarme por falta de margem sem perder a proteção do circuito.
Subir demais a amperagem por conveniência pode fazer o disjuntor deixar passar uma sobrecarga que o cabo não suporta.
A regra prática é clara: I_projeto ≤ I_disjuntor ≤ I_cabo. Se o disjuntor ultrapassa a capacidade do condutor com correções aplicadas, o cabo pode aquecer antes da atuação.
É o erro mais comum quando alguém “resolve” desarme indevido só trocando a proteção.
Atua cedo. Boa para cargas mais resistivas e iluminação sem picos relevantes de partida.
Padrão mais seguro para residencial e comercial. Costuma atender tomadas, chuveiro, split e força leve.
Indicada quando a partida tem inrush alto, como motores, bombas e transformadores.
Usado quando a proteção atua só na fase do circuito monofásico.
Entra em bifásico e também aparece muito junto de DR para seccionar fase e neutro.
Necessário em circuitos trifásicos, mantendo o desligamento coordenado das três fases.
Se o disjuntor fica abaixo da corrente real de trabalho, ele começa a desarmar em uso normal e força improviso em campo.
Se a proteção passa da capacidade do cabo, a sobrecarga aquece o condutor por tempo demais. O problema deixa de ser incômodo e vira risco térmico.
Quando você informa o cabo, a ferramenta valida a coordenação automaticamente e aponta a correção. Isso encurta o caminho entre memorial técnico e decisão de obra.
O disjuntor protege principalmente o fio. A carga (eletrodoméstico, motor) tem proteção própria. Se o fio subdimensiona e o disjuntor é grande demais, o fio pode esquentar e queimar antes do disjuntor atuar — é disso que a coordenação cuida: I_disjuntor ≤ I_cabo.
Depende. Curva B atua mais cedo (3–5× In) que Curva C (5–10× In) — bom em cargas resistivas (iluminação). Mas em cargas com inrush pequeno (tomadas modernas, geladeira, chuveiro), C evita desarme indevido. Evite B em circuitos com tomadas gerais; prefira C.
Motores trifásicos com partida direta praticamente sempre — a corrente de partida é 6 a 10× a nominal. Motores pequenos (< 0,5 CV) ou com partida suave (soft-starter, inversor) podem ficar em C. Em dúvida, D é escolha segura.
São 3 proteções diferentes. <strong>Disjuntor</strong> protege contra sobrecarga e curto-circuito. <strong>DR</strong> (dispositivo de corrente residual) protege contra choques elétricos. <strong>DPS</strong> (dispositivo de proteção contra surtos) protege contra picos de tensão (raios). Os três são complementares — a NBR 5410 exige DR em áreas molhadas.
Duas causas comuns: (1) curva inadequada — troque C por D (split tem compressor com inrush alto); (2) disjuntor subdimensionado — verifique se a corrente nominal do disjuntor é compatível com a corrente de projeto do aparelho, somada a outras cargas no mesmo circuito.
Não pela NBR 5410 em geral — monopolar protege o fio-fase e atende. Mas DR bipolar é muito comum em circuitos com chuveiro (desliga fase + neutro). Alguns eletricistas preferem bipolar por boas práticas de manutenção (corta tudo com um toque). Ambos são aceitos.
Informe a carga, valide o cabo e saia com a recomendação comercial de disjuntor, curva e polaridade em poucos segundos.